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ObaOba: O que é ser gótico?
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Revista sobre a cena gòtica de sorocaba e região, amizades e informações tambèm da cena gòtica nacional.
Por Laís Azevedo1. The Adventures of Ferdinand Count Fathom (T. Smollet): Pode ser considerado um pré-romance gótico. Influenciou fortemente a obra mais famosa de Horace Walpole, “The Castle of Otranto”. (1763)
2. The Castle of Otranto: A Gothic Story (Horace Walpole): Considerado o “primeiro” romance gótico. Imitado por inúmeros autores. (1764)
3. The Old English Baron (Clara Reeve): Uma imitação de “The Castle of Otranto”. Recebeu, primeiramente, o título de “The chapino of virtude”, porém o nome foi mudado para aumentar as vendas. (1778)
4. Vathek (Willian Beckford): Nem todas os romances góticos tem como cenário a Europa. Esse bizarro conto de magia e despotismo lembra mais uma aventura gótica no melhor estilo 1001 uma noites. O romance foi escrito em francês na sua primeira versão. (1786)
5. Emmeline (Charlotte Smith): Não é, como eu já disse antes, uma obra gótica, porém ela contem vários elementos e passagens que, dum certo modo, estão coadunados com o gênero. (1788)
6. The Castles of Athlin and Dunbayne (Ann Ward Radcliffe): O primeiro romance de Ann Radcliffe. Ela é tida como a pioneira no tocante a escrita feminina gótica. Sua prosa tem como elemento marcante a poesia. Há freqüentemente uma sugestão de sobrenatural; de todo modo, no fim, tudo é racionalmente explicado. (1789)
7. The Romance of te Forest (Ann Ward Radcliffe): O primeiro trabalho dessa autora a ganhar reconhecimento. Poder-se-ia dizer que ele serviu de base para os seus outros trabalhos. (1791)
8. A Sicilian Romance (Ann Ward Radcliffe): Outro sublime romance gótico, que tem como cenário os castelos da costa da Sicilia. (1792)
9. The Castle of Wolfenbach: A german Story (Eliza Parsons): Não é uma romance tão assustador. A narrativa tem como foco os problemas sociais. Entretanto, há os elementos góticos, por isso está na lista. (1793)
10. The Cavern of Death (Anônimo): Uma narrative gótica tipicamente masculina, que fora escrita para imitar Walpole e Reeve. O destino dum cavaleiro é revelado por um fantasma numa assustadora floresta da Alemanha.

Prosseguindo com a lista de romances góticos, trazemos aqui mais dez indicações de obras. Na próxima semana, tentarei publicar resenhas dos dois primeiros livros da primeira parte da lista.
11. The Mysteries of Udolpho (Terry Castle): Esse pode ser considerado o romance gótico mais importante que Ann Radcliffe escreveu. A obra foi tornou-se imensamente popular em seu tempo, e a narrativa onírica talvez tenha influenciado escritores como Sade, Poe e Le anu. O início do romance, que consiste na descoberta dum poema na parede dum local de guardar barcos, foi imitado em “Northanger Novel”, de Clermont. (1794)
12. The Haunted Priory; or., The Fortunes of te House of Rayo (Stephen Cullen): Um dos primeiros romances góticos ambientados em Espanha. Ele contém metáforas que se tornaram muito popular nos livros do gênero. (1794)
13. The Necromancer; or., The Tale of te Black Forest (Karl Friedrich Kahlert): Uma ads “Northanger Novels”. Um romance que imiscuiu várias outras histórias da literatura alemã, justamente para saciar a sede dos britânicos por obras germânicas. (1794).
14. The Monk (M. G. Lewis): Considerado o primeiro romance anti-clerical; também é reconhecido como um gótico “masculino” ou gótico no estilo alemão. Obras no estilo gótico “masculino” possuíam, freqüentemente, elementos do germânico, tais como: violência, sexo e fatores sobrenaturais. Essa história, de todo modo, tem como pano de fundo a Espanha. (1796).
15. Mystery of the Black Tower (Jun. John Palmer): Uma romance gótico histórico ambientado no tempo de Eduardo III. Altamente influenciado peel “The old English baron. (1796)
16. The Italian; or, The Confessional of The Black Penitents (Ann Ward Radcliffe): Um thriller com elementos clericais. Schedoni, um ardiloso monge, tenta evitar um caso de amor entre Vicento di Vivaldi e Ellena di Rosalba. Esse foi o último trabalho da escritora. (1796).
17. The Abbess: A Romance (William, Henry Ireland): Assim como Carmilla pode ser chamada de Dracula “de saias”, Vittoria Bracciano pode ser chamada de uma Ambrosio feminina. Sua promiscuidade e seu chantagismo são as suas marcas. (1796)
18. Bungay Castle: A novel (Elizabeth Bonhote): Um romance gótico no estilo “feminino”. A diferença em relação aos outros da mesma espécie, é que ele traz uma heroína que possuí uma maior controle dos eventos que eclodem na obra. (1796)
19. The Horros of Oakendale Abbey (Mrs. Carver): Uma mistura de Radcliffe com Lewis, que consegue ser realmente assustadora. (1797).
20. Edgar; or, the Phantom of the Castle (Richard Sicklemore): Escritores góticos adaptavam, frequentemente, as obras de Shakespeare. Essa é uma adaptação de Hamlet. (1798).

21. Clermont (Regina Maria Roche): Outro infame romance no estilo Northanger. Esse romance é uma imitação de Mysteries of Udolpho, de Ann Radcliffe. (1798).
22. The Animated Skeleton (Anônimo): Alguns romances góticos tentam misturar história com ficção; esse romance é uma reação a isso. Desde o início ele se autoproclama pura fantasia. (1798).
23. The Midnight Bell: A German Story, Founded on Incidents in Real Life (Francis Lathom): Um dos apavorantes romances citados por Jane Austen em Northanger Abbey. Uma excelente história fantasmagórica gótica.
24. Rimualdo; or, The Castle of Badajos (Henry Ireland William): Um típico romance gótico que traz todos os clichês do gênero. Rimualdo abandona sua família para procurar uma fortuna. Nesse ínterim, ele encontra Cesário, um bandido. Os dois procuram desvendar um mistério acerca da identidade da virtuosa Constanza (1800).
25. Gondez The Monk (William Henry Ireland): A tentativa de Ireland de escrever uma história monástica comovente é melhor quando se compara ao seu outro romance. Ireland é conhecido por muitos, devido a suas falsificações shakespearianas. (1805).
26. Zofloya: Or the Moor (Charlote Dacre): Tramas góticas masculinas não, somente, escritas por homens, como esse romance bem demonstra. (1806).
27. The Mysterious Freebooter; or, The Days of Queen Bess (Francis Lathom): Uma história gótica do autor gay, considerado à época infame, Francis Lathom. A trama envolve segredos e chantagens, refletindo, dum certo modo, a trágica vida do autor. (1806).
28. The Castle of Tynemouth: A tale (Jane Harvey): Uma narrativa feminina gótica genérica. (1806).
29. The Castle of Berry Pomeroy (Edward Montague): Se Edward Montague é uma pessoal que, de fato, existiu ou se é um grupo de pessoas que escreviam, não é um problema para aqueles que leem seus horripilantes contos. O autor foi responsável por influenciar Poe. (1806).
30. Fatal Revenge: Or The House of Montorio (R. Maturin): Assustador romance à Ann Radcliffe. Todavia, Maturin traz à tona uma violência mais escancarada no decorrer da obra.

Direção: Tiago Belotti
produção: Rodrigo Luiz Martins
produção: Fernanda Duarte, Éverton Rosa
roteiro: Mikael Bissoni
Elenco: Yan Klier, Pablo Peixoto, Gustavo Serrate, Laura Moreira, Jean Carlo, Luísa Viotti, Angélica Ribeiro Gino Evangelisti, Alice Stamato, Yana Borém, George Duarte, Diana Carneiro, Juliana Gregoratto, Lucas Pimenta, Irani Martins, Luis Machado
A Capital dos Mortos começa no início da “terceira geração” (veja o filme para entender) e segue a história de um grupo que percebe que a cidade – Brasília – está sendo tomada por zumbis e tenta desesperadamente estruturar um plano para sobreviver.
Essa obra, de todas dessa lista, é que possui a melhor sacada: ter escolhido como dupla de personagens principais fãs de filmes de terror e de zumbis, o que em certos momentos cria diálogos bem interessantes e oferece um pouco de humor.
É tecnicamente muito bem realizado e dá pra notar uma evolução grande nessa “linha do tempo zumbi” que começou em 1999 com Baiestorf com filmagem VHS, passando pela “Era dos Mortos” que tinha potencial, mas uma miséria de dinheiro, até chegar nesse aqui, mais “rico” em diversos aspectos. Tem até participação especial do mestre Zé do Caixão!
O diretor revelou em entrevista que gostaria de fazer uma trilogia. Hora de torcer para isso realmente sair do papel.

"Eu não quero magoar nem um, nem outro. Mas nesse exato momento, eu não saberia dizer a quem amo mais. Como pode um coração amar duas pessoas ao mesmo tempo? Isso é pura maldade, é crueldade. Eu não posso escolher um e magoar o outro. Eu não suportaria. Eu sinto mesmo essa conexão com Harold, como se fosse parte de uma vida que não vivi. Mas Arth me faz sentir completa como se fosse um pedaço de mim. Um pedaço de mim, ou parte de uma vida, eu não saberia o que escolher."
A história trata de uma adolescente chamada Sara, que se vê arrasada com o término de seu namoro, a traição de sua suposta melhor amiga e uma repentina mudança de país. Mas tudo passa a se transformar quando ela se apaixona pelo maravilhoso Arthur, e descobre que ele foi designado a protegê-la, por seu pai. Sara descobre também que sua cidade natal (Light Cty) fica em outra dimensão, e que seus habitantes, assim como Arthur, têm poderes especiais, e que ela também deverá desabrochar.
Nos braços de Arthur, Sara desperta em seu coração o amor verdadeiro.
Porém, uma grande batalha está por vir, e os guerreiros Soluah se unirão ao povo de Light City para enfrentar um inimigo em comum: os Denizae.
Tudo se complica para a vida amorosa de Sara ao descobrir que em sua vida passada ela fora o grande amor de Harold, o líder dos guerreiros Soluah. Será que esse amor antigo poderá abalar os sentimentos de Sara por Arthur?
Sara descobre também que Arthur fez um acordo com o Anjo da Morte, que impede que eles possam ficar juntos. Agora eles precisam descobrir como burlar esse acordo e unirem-se para sempre, sem sofrer as consequencias.
Já estão disponíveis os ingressos para o show do Anathema em São Paulo, marcado para o dia 04 de Junho no Carioca Club. Os valores vão de R$ 80 à R$ 120. Atualmente, a banda é formada por Vicent Cavanagh (vocal), Daniel Cavanagh (guitarra), Jams cavanagh (baixo), John Douglas (bateria) , Les Smith (teclados) e Lee Douglas ( Vocais )

Veja o vídeo da música "Annabel Lee", que está no novo cd da banda, e foi feita com a poesia de Adgar Allan Poe:
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