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Há 8 meses
Revista sobre a cena gòtica de sorocaba e região, amizades e informações tambèm da cena gòtica nacional.
Until the 1990s, there was not much evidence as to the existence of British novels arriving in Brazil. Therefore, it was not unusual for Brazilian historians, critics, and cultural commentators to deem irrelevant their impact on local writers, let alone that of Gothic novels. However, more recent studies demonstrate that a considerable number of novels circulated in Rio de Janeiro in the nineteenth century were in fact British, and many of those were Gothic novels.
Romantic Textualities: Literature and Print Culture, 1780–1840 is a peer-reviewed online journal that focuses on the interface between literature, book history and material cultures during the Romantic era. Romantic Textualities disseminates scholarship in a variety of forms: peer-reviewed essays, reports and bibliographical checklists, and review articles. Essays have included studies as diverse as Wordsworth and the rise of copyright, metropolitan art criticism, travel writing, pugilism, sentimental fiction and morality, Gothic bluebooks and discourses of gardening.
| Artista | Música | Álbum/single | Ano |
|---|---|---|---|
| Kuroyume | neo nude | Mayoeri Yuritachi ~ Romance of Scarlet | 1994 |
| La'Mule | Curse | Curse | 1999 |
| Die In Cries | MELODIES | VISAGE | 1992 |
| Kagerou | Nawa | Hakkyou Sakadachi Onanist | 2001 |
| Artista | Música | Álbum/single | Ano |
|---|---|---|---|
| Laputa | Chemical Reaction | Jako | 1998 |
| PIERROT | Enemy | PRIVATE ENEMY | 2000 |
| Aliene Ma'riage | Tsumi to Batsu | Le Soireé | 1999 |
| BUCK-TICK | SEXUALxxxxx! | SEXUALxxxxx! | 1987 |
| Artista | Música | Álbum/single | Ano |
|---|---|---|---|
| LUNA SEA | Déjàvu | IMAGE | 1992 |
| D'ERLANGER | DARLIN' | BASILISK | 1990 |
| Kagrra, | Nue no Naku Koro | Nue | 2000 |
| Janne Da Arc | Sakura | D.N.A | 2000 |
| Artista | Música | Álbum/single | Ano |
|---|---|---|---|
| LUNA SEA | ROSIER | MOTHER | 1994 |
| Dir en grey | Yurameki | GAUZE | 1999 |
| MALICE MIZER | Tsuioku no Kakera | Voyage ~sans retour~ | 1996 |
| La'cryma Christi | Blueberry Rain | Sculpture of Time | 1997 |
| Artista | Música | Álbum/single | Ano |
|---|---|---|---|
| GLAY | Glorious | BEAT out! | 1996 |
| L'Arc~en~Ciel | Blurry Eyes | Tierra | 1994 |
| Kuroyume | autism -Jiheishou- | Mayoeri Yuritachi ~ Romance of Scarlet | 1994 |
| D'ERLANGER | LA VIE EN ROSE | LA VIE EN ROSE | 1989 |
| Eles gostam de viver nas trevas da noite,se vestem de preto,gostam de Rock e namoram sobre as catacumbas dos cemitérios.Talvez você tenha imaginado que estou falando de satanistas ou adeptos do Baixo-Espiritismo,mas não,estou falando dos Góticos,grupo de jovens que vivem nos cemitérios durante as noites. Os Góticos são pessoas deprimidas,na maioria jovens da classe média que se encontram em casas de shows e vão depois para os cemitérios cantar,namorar e até praticar sexo sobre os túmulos.São pessoas que amam a solidão,a morte e a depressão.Chegam até a violarem os túmulos para roubarem ossos humanos e usam como objetos de decoração em seus quartos,por isso,têm um gosto mórbido.Essas pessoas são influenciadas por demônios em suas vidas,pois uma pessoa em sã consciência não praticaria jamais uma coisa dessas.Satanás está cada vez mais inovando suas táticas para iludir as pessoas e levá-las para as trevas. O Baixo-Espiritismo se assemelha aos Góticos quando precisam praticar os seus rituais.Eles vão até os cemitérios e retiram as vísceras de defuntos ou os ossos para rasparem e fazerem o chamado pó-de-peba,espécie de pó mágico para purificar a vida do praticante.Só uma mente demoníaca para praticar um ritual macabro como este.Sem falar que retirar restos mortais,violar túmulos,é uma prática ilegal,é um crime. O Jornal O Estado de São Paulo publicou em 20/03/1998 as ´´façanhas``de um grupo de Góticos quando saíam do Cemitério do Araçá,na Avenida Doutor Arnaldo,zona oeste de São Paulo,levando 2 crânios dentro de uma mochila.Eram 4 adultos e 1 menor,todos foram detidos em flagrante e levados ao Distrito Policial de Perdizes.Além de autuados por violação á sepultura,os 4 maiores também foram enquadrados por corrupção de menor.Os dois crimes são inafiançáveis,apenas o menor foi liberado. O jornal ainda mostra uma grande verdade,que os jovens eram músicos.A própria mãe de um deles disse que o filho é músico,tentando explicar o fascínio do filho pelo movimento.Isso não quer dizer que ser músico é errado,eu quero dizer com isso,que certos jovens se tornam Góticos através da admiração por seus ídolos do Rock pesado e do Heavy metal.A música não entra nessa questão,o que eu estou comentando são suas práticas.O Gótico tem um fascínio pela morte,pelas trevas,pela depressão e por coisas más,muitos roqueiros são satanistas confessos. A Bíblia diz;´´Mas o que pecar contra Mim violenta a sua própria alma;todos os que me odeiam amam a morte``:Pv 8;36. Fontes;Jornal O Estado de São Paulo;Bíblia Sagrada ARTIGO RETIRADO DESTE SITE: http://www.oartigo.com/index.php?/religiao/os-goticos.html |
Também se diz, no Recife, do lobisomem, que chupa sangue: Sangue de moça e sangue de menino. Sangue de moça bonita e sangue de menininho cor de rosa. (…) Em Berberibe, contam os antigos que há muitos anos houve um lobisomem assim, velhote de família conhecida e famoso pelo perfil nobremente aquilino. Família aparentada com a de um presidente da República e com mais de um barão do tempo do Império. (…) Era o velhote branco como um fantasma inglês que nunca tivesse visto o sol do Brasil. (…) Sua brancura dava nojo. (…) Vinha espojar-se nas areias do Salgadinho e até nas lamas de Tacaruna. (…) Desse lobisomem se conta que se curou mamando leite de mulher. Leite de cabra-mulher. Uma mulata de peito em bico e de filho novo teria sido seu remédio. Montou o velhote casa para a cabra-mulher que lhe dava leite de peito como a um filho. O homem foi ganhando cor até deixar de correr o fado. Branco exagerado não deixou de ser nunca. Mas perdeu o ar de chuchado de bruxa e os traços do seu rosto dizem que voltaram a ser os de brasileiro fidalgo e bom. Tudo graças ao leite da mulata mamado no próprio peito da mulher de cor.[3]
Era noite de lua cheia e tudo estava claro. (…) Dez minutos durou a perseguição, e de uma vez o porco chegou a deitar-lhe os dentes no roupão de lã que se rompeu com o esforço empregado pela moça. Afinal dona Cecília, sem afrouxar a carreira, chegou à beira de um regato que atravessava o caminho e o transpôs de um salto. O mostro ia-lhe ainda ao encalço, mas ao ver a água estacou e retrocedeu, sempre batendo os dentes.[9]
Imaginem a surpresa da moça quando um bicho enorme saiu do mato, os dentes arreganhados que dava medo. Embora a Ritinha nunca tivesse visto aquilo, não teve dúvida: Era um lobisomem. Quis fugir, mas o bicho mordeu-lhe o braço. Sorte que pegou somente o pano da sua blusa vermelha. O pano rasgou, e a Ritinha conseguiu fugir. (…) No dia seguinte (…) a moça havia notado um fio de sua blusa entre os dentes do Arlindo.[10]
Josefina era então negrota gorda e redonda de seus 13 anos. E não se chamava ainda Minha-Fé. Ao contrário: Havia quem a chamasse “Meu Amor” e até “Meus Pecados” — Josefina Meus Pecados — arranhando com a malícia das palavras sua virgindade de moleca de mucambo. E quem assim a chamava não se pense que era homem à toa, porém mais de um doutor. (…) Lobisomem era assombração. E assombração parecia a Josefina, já menina moça, conversa de negra velha e feia, de que negra nova e bonita não devia fazer caso. (…) Seguia assim Josefina para a venda, quase sem medo de lobisomem nem de fantasma, quando, no meio do caminho, sentiu de repente que junto dela parava um não-sei-quê alvacento ou amarelento, levantando areia e espadanando terra; um não-sei-quê horrível; alguma coisa de que não pode ver a forma; nem se tinha olhos de gente ou de bicho. Só viu que era uma mancha amarelenta; que fedia; que começava a se agarrar como um grude nojento ao seu corpo. Mas um grude com dentes duros e pontudos de lobo. Um lobo com a gula de comer viva e nua a meninota inteira depois de estraçalhar-lhe o vestido. (…) Ela gritava de desespero. (…) O que salvou Josefina foi ter gritado pela Senhora da Saúde, da qual o lobisomem, amarelo de todas as doenças e podre de todas as mazelas, tinha mais medo do que do próprio Nosso Senhor. Aos gritos da negrota, acudiram os homens que estavam à porta da venda. Inclusive, o português que, não acreditava em bruxas, passou a acreditar em lobisomem. A negra foi encontrada com o vestido azul-celeste em pedaços. Metade do corpo de fora. Os peitos de menina-moça arranhados.[13]
Quando é sexta-feira, à meia-noite, ele procura uma encruzilhada, atira-se ao chão e começa a rolar na poeira. Logo se transforma em lobisomem. (…) Faz lembrar um enorme cachorro e tem as unhas muito grandes. (…) Como ele precisa de sangue, depois que se transforma em lobisomem anda a cata de algum leitãozinho, cachorro novo e até criança de colo. Em último caso ataca mesmo gente grande. Antes de amanhecer, o lobisomem sempre procura um cemitério e lá consegue voltar à forma humana.[18]
Dirigiu-se lento, cabisbaixo e muito triste na direção de um telheiro onde dormiam os porcos; e ao aproximar-se dele começou a emitir os singulares grunhidos que tanto haviam apavorado a moça. (…) Sempre grunhindo, Quincas Pacheco aproximou-se do telheiro e os porcos ao pressentirem-no levantaram-se e fugiram. Então Quincas Pacheco tirou a roupa, e atirando-se na poeira que servia de leito aos bacorinhos, espojou-se durante longo tempo, sempre grunhindo ferozmente. (…) Viu Quincas Pacheco erguer-se, não sob a figura humana, porém sim transformado em um grande porco, de cerdas eriçadas e presas salientes, o qual pôs-se logo de pé e começou a bater os dentes e a abanar as orelhas de uma maneira horrível! Os olhos dessa coisa monstruosa luziam como brasas, a dentição branca, cerrada e pontiaguda destacava-se no negrume dos pêlos.[21]
Desencovei um livro de São Cipriano que vivia amedrontado no fundo do gavetão dos meus charutos. (…) Puxei o lobisomem do livro de São Cipriano para dentro dos ouvidos dele. Uma assombração danada de um cristão lidar com ela. Uivava de cortar o coração mais de pedra. Digo que fiz chicana de doutor velho, pois não segui tintim por tintim o que a letra de forma estipulava. Pulei, misturei, inventei em favor do lobisomem maldade de arrepiar. Juquinha amarelou e no fundo da cadeira mais parecia um rato assustado. E eu no serviço do mal-assombrado. Quando, lá para as tantas, fiz a apresentação do amaldiçoado em tamanho natural, olho em brasa e dente cerrado, o parceiro Juquinha não agüentou. Pregou na testa o sinal-da-cruz e mergulhou o corpanzil no corredor.[28]
Homem-bicho, bicho-homem, lobisomem. (…) Quando o menino completasse 13 anos, o fado ia se cumprir. Era um encanto, que estava nas mãos da mãe quebrar, tirando sangue do encantado, pelo meio que ela quisesse ou pudesse, na hora. Vigiasse na Quaresma, de Sexta para Sábado, e preparada ficasse; ela, a mãe, melhor que ninguém, embora qualquer pessoa pudesse fazer a mesma coisa. Com faca, ou pau (…), ou mesmo com um simples alfinete, enfim: Com o que pudesse servir para tirar sangue do encantado, sem risco de morte, na hora do encanto.[32]
Mãe e filho travaram luta corporal até ela conseguir sangrá-lo enfiando um espeto de pau “na altura da perna direita do bicho” e, assim, curá-lo do fadário ao qual ela mesma deu causa ao solicitar auxílio das artes negras para a concepção de um herdeiro varão. “Mal o sangue saiu, escorrendo perna abaixo, o dito bicho, com um gemido, estrebuchou-se, rápido e todo, como para tirar de cima de si uma coisa incômoda, um peso. E lobisomem já não sendo, por efeito do sangue derramado, tornou a virar gente, de novo feito em filho, tal e qual como era em antes”.[34][D.ª Aninha] viu o vulto do filho sair pela janela do quarto e vir andando, meio agachado, até o lugar onde o jumento se espojara. (…) O filho chegou a tirar a roupa; e quando ela pensou que ele ia ficar assim nu, como tinha nascido, ele vestiu de novo a roupa, pelo avesso. Depois, se deitou no chão, bem na espojadura do jumento, e começou a se espojar, igualzinho ao dito animal (…) rolando para cá e para lá, na areia. (…) O filho ela não mais viu, naquele lugar; mas um bicho, menor que um bezerro e maior que um cachorro, os dois misturados no feitio, animal esquisito e orelhudo. Um sopro ela ouviu, que nem de fole, mas sendo de bicho resfolegando, continuado e feroz. (…) E assim, no assopro, saiu o filho andando, de quatro, em bicho já transformado.[33]
As lendas falam em outras características, como magreza, palidez, tristeza, orelhas grandes, nariz levantado.[36] Muitos homens possuem bastante cabelo no corpo. (Desde que o peludo ator Tony Ramos começou a atuar, seu nome passou a ser citado como exemplo de forma cômica quase sempre quando o assunto é lobisomem). As pessoas mais visadas são as que moram sozinhas, evitam o contato humano, mostram sinais de problemas mentais e tem pouco cuidado com a aparência pessoal.O novo lobisomem continua vivo, mas não é mais o mesmo, afirma Sheila. O lobisomem de agora, além de ser uma pessoa desajustada, está ausente da comunidade, não tem família, trabalho nem moradia. É pouco sociável e sofre de uma profunda apatia e indisposição. A cor amarelada e os olhos profundos talvez sejam os únicos vestígios que restam do lobisomem de outrora. Os lobisomens do século 20 percorrem as ruas das cidades mendigando um pedaço de pão.[35]