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Há 10 meses
Revista sobre a cena gòtica de sorocaba e região, amizades e informações tambèm da cena gòtica nacional.
Sinceramente, se eu fosse o tal Daniel Radcliff ia ficar chateado com o cartaz de "A Mulher de Preto".
Dizem que o ator escolheu esse filme para fugir do personagem que
lançou seu nome para a fama e estrelato, mas é claro, algum gaiato tinha
que colocar em letras garrafais a frase: "Um filme com o ator de Harry Potter" em destaque.
O
ápice da Hammer foi a década de 60, época em que seus filmes atraíam
multidões aos cinemas. Nos anos 70, o estúdio ainda conseguiu emplacar
alguns filmes razoáveis, mas a decadência já começava a se instalar e
produções meia-boca decretaram sua ruína financeira. No início dos anos
80, a Hammer já tinha sumido do mapa.
A
Mulher de Preto é um filme de horror como se fazia antigamente, boa
parte do filme parece ser uma homenagem aos antigos filmes de casa
assombrada e fantasmas. Ele nos poupa de sustos baratos, efeitos
digitais mirabolantes e banhos de sangue. O horror que ele conjura está
nas entrelinhas, nos longos trechos em silêncio e nas expressões
agoniadas dos personagens. Nada do que acontece na tela é gratuito, tudo
é bem ponderado e executado. Trata-se de um filme de fantasmas e
assombrações que remete aos contos de Edgar Allan Poe e Sheridan LeFanu, decanos do horror vitoriano.
As
respostas se encontram na velha mansão que fica no meio de um pântano
pra lá de traiçoeiro. O único acesso até o casarão é através de uma
estrada engolida quando a maré está alta -- um recurso muito inteligente
para salientar o isolamento da propriedade, existindo quase em outra
realidade. Quando as estradas fecham, ninguém entra e principalmente
ninguém sai.
O
elenco é bem equilibrado e correto. Com uma atuação surpreendentemente
madura, Radcliff consegue convencer como um sujeito amargurado e
dividido entre o dever profissional e a obrigação familiar. Embora seja
difícil desassociá-lo imediatamente de Harry Potter e aceitá-lo como o
pai de um garotinho, ele merece elogios pela tentativa de fazer algo
diferente. O restante do elenco dá um excelente apoio, sobretudo Ciáran Hinds
um daqueles coadjuvantes de luxo que quase sempre roubam a cena. No
papel de um sujeito afetado pela tragédia e cuja família ainda sofre com
o choque da morte de um ente querido, ele concede dignidade ao seu
personagem, o único na cidade a ajudar o forasteiro a ir até o fim em
busca da verdade.Until the 1990s, there was not much evidence as to the existence of British novels arriving in Brazil. Therefore, it was not unusual for Brazilian historians, critics, and cultural commentators to deem irrelevant their impact on local writers, let alone that of Gothic novels. However, more recent studies demonstrate that a considerable number of novels circulated in Rio de Janeiro in the nineteenth century were in fact British, and many of those were Gothic novels.
Romantic Textualities: Literature and Print Culture, 1780–1840 is a peer-reviewed online journal that focuses on the interface between literature, book history and material cultures during the Romantic era. Romantic Textualities disseminates scholarship in a variety of forms: peer-reviewed essays, reports and bibliographical checklists, and review articles. Essays have included studies as diverse as Wordsworth and the rise of copyright, metropolitan art criticism, travel writing, pugilism, sentimental fiction and morality, Gothic bluebooks and discourses of gardening.